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Augusto Pinz

Conselho Municipal dos Direitos da Mulher promove ação de conscientização para canguçuenses

O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM) está realizando, na tarde desta terça-feira (31), uma ação de conscientização para as canguçuenses. A iniciativa, realizada no centro de Canguçu, acontece para divulgar o trabalho do setor e convidar novas participantes para o grupo.

O conselho reativado em dezembro de 2021, através da Lei Nº 5.209, tem por objetivo formular e propor diretrizes de ação governamental voltadas à promoção dos direitos das mulheres e atuar no controle social de políticas públicas de igualdade de gênero, em Canguçu.

Pensando em facilitar o acesso das mulheres canguçuenses ao trabalho desenvolvido de  forma voluntária pelo conselho, as participantes desenvolveram uma cartilha com informações sobre as ações realizadas. Confira alguns dos principais tópicos informados.

“Você não está sozinha”

O Conselho salienta que é necessário procurar conversar com uma pessoa de confiança sobre os temas delicados, como casos de violência, por exemplo. E quem se identificar com a causa das mulheres e desejar participar do conselho, poderá se fazer presente nas reuniões e ações realizadas em Canguçu, o trabalho é voluntário e não almeja arrecadações financeiras.


Atenção aos sinais de um comportamento agressivo

– Comportamento controlador com a desculpa de proteger/segurança, passando a monitorar os passos da vítima controlar suas decisões, atos e relações.

– Criar expectativas irreais em relação a companheira e espera que ela preenche a todas as suas expectativas, exige perfeição para que se sinta um fracasso, isolada e culpada.

– Hipersensibilidade tem-se facilmente insultado colocando como vítima, enfurecido ou injustiçado.

– Cruel com animais e crianças.

– Dependência afetiva: envolve a mulher para sentir-se responsável pela reação sem escolha de sair deste relacionamento pela culpa que a persegue.

– Papel violento na relação sexual desconsidera o desejo da parceira exige dela a realização de todas as fantasias sexuais.

Como procurar ajuda

CREAS (Centro de Referência Especializada de Assistência Social (53) 3252-3406;

CRAS (Centro de Referência de Assistência Social (53) 3252-3637;

Central de atendimento a Mulher- 180;

Polícia Civil- Sala das Margaridas (53) 3252-1105;

Brigada Militar-190

Procedimentos indicados após a violência

Registrar ocorrência policial em qualquer delegacia de polícia imediatamente após o fato ao registrar deve-se afirmar que deseja representar criminalmente contra o agressor ou seja que quer ele responder um processo criminal;

Conservar as provas que comprovam que comprovem a violência ou posso rasgadas objetos quebrados presença de sêmen.

Caso seja necessário e o hospital de referência para receber atendimento gratuito e medicações indicadas para evitar doenças sexualmente transmissíveis (DST HIV aids) e a gravidez indesejada e se caso a realização do aborto legal.

Realizar se necessário exame pericial no departamento médico legal para comprovar a materialidade do crime lesões ou sêmen.

Informações: Liziane Stoelben


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