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Nutricionista Jaine Lopes

Ao comentar ação do STF, Eduardo Bolsonaro diz que vê 'momento de ruptura'


Em uma transmissão ao vivo no canal 'Terça Livre', apresentada pelo blogueiro Allan dos Santos, o deputado federal comentou a ação do STF que mirou Allan e outros apoiadores de Bolsonaro em uma investigação sobre notícias falsas. 'Quando chegar ao ponto em que o presidente não tiver mais saída e for necessária uma medida enérgica, ele é que será taxado como ditador', disse Eduardo, que também afirmou que não é questão de 'se', mas de 'quando' um momento de ruptura deve acontecer. A fala provocou a reação de políticos da oposição.

Bolsonaro sobre inquérito das 'Fake News': 'Ordens absurdas não se cumprem'
O presidente voltou a criticar as ações do Supremo Tribunal Federal na investigação de uma suposta rede de propagação de notícias falsas. Bolsonaro disse que se trata de uma ação para 'perseguir quem me apoia' e que está com 'as armas da democracia na mão'. Na madrugada, o ministro da Justiça, André Mendonça, entrou com um habeas corpus no STF em nome do ministro da Educação, Abraham Weintraub, que foi convocado para depor no inquérito.

FAKE NEWS
Em inquérito que apura ataques e ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes aponta cinco empresários como suspeitos de atuarem no financiamento de esquema de disseminação de ataques e informações falsas contra os integrantes da Corte. Dentre eles, estão Luciano Hang, dono das lojas Havan, e Edgard Gomes Corona, fundador e CEO da rede de academias Smart Fit.
Além deles, o ministro cita Otávio Oscar Fakhoury, o humorista Reynaldo Bianchi Junior e o Winston Rodrigues Lima, criador do Bloco Movimento Brasil e dono do canal do Youtube ‘Cafézinho com Pimenta’. Dos cinco, Moraes só não pede a quebra de sigilo fiscal e bancário de Oscar.
Na decisão, o ministro diz que a estrutura de divulgação de informações falsas está aparentemente “sendo financiada  por um grupo de empresários que, conforme os indícios constantes dos autos, atuaria de maneira velada fornecendo recursos (das mais variadas formas), para os integrantes dessa organização”. “Essas tratativas ocorreriam em grupos fechados no aplicativo de mensagens WhatsApp, permitido somente a seus integrantes”, pontuou. *(saiba mais clicando AQUI)

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