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Diretor do Simers destaca Intenção do Ministério da Educação de não abrir novos cursos de Medicina

A sinalização do Ministério da Educação de não abrir novos cursos de Medicina no país deverá permitir um foco maior nos pacientes e uma fiscalização das faculdades já existentes. A afirmação é do Diretor de Projetos Especiais do Simers, Vinícius de Souza, que participou de reunião em agosto com o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Na ocasião, o ministro garantiu ao diretor da entidade médica que não serão criados novos cursos para formação de médicos e se mostrou aberto ao diálogo para que as atuais Faculdades sejam avaliadas. 

Conforme o diretor do Simers, foram criados mais cursos de Medicina de 2000 até hoje do que nos últimos 200 anos no país. Atualmente, conforme dados da World Health Organization (WHO), o Brasil tem 337 escolas de Medicina (o segundo maior número no mundo). Há 450 mil médicos em atividade no país, sendo 36 mil somente no Estado. O país conta com 2,2 médicos por mil habitantes, enquanto que o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de um médico para cada mil habitantes. Souza ressaltou que são formados cerca de 25 mil novos médicos no Brasil a cada ano. “O funil que existia antes no vestibular ocorre hoje na área da residência. Muitos profissionais querem ser especialistas e não conseguem”, ressaltou.

O diretor acrescentou que a intenção do ministro da Educação de fiscalizar os cursos já existentes terá o apoio do Simers. O objetivo é construir um projeto de avaliação seriada das faculdades de Medicina para o Ministério. “Nossa intenção é avaliar profundamente as instituições para que garantam uma boa formação do profissional médico”, afirmou. “Não é culpa do médico o atual estado da saúde brasileira. Consequentemente, não é culpa do estudante de medicina o atual estado da formação médica”, completou.

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