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Artigo: Coragem da fé

A franqueza e a honestidade são muito importantes na vida de relação e para assegurar tranquilidade de quem as exercita. Geram confiança. Levam esclarecimentos e consolo aos envolvidos, porque possibilitam entendimento de que existem outras pessoas com os mesmos problemas, pensamentos ou virtudes que são seus.
Jesus e outros bons espíritos destacam a necessidade de tais virtudes, em especial, com relação à fé. Assim, o capítulo XXIV de O Evangelho segundo o Espiritismo tem título relacionado com ensinamentos do Mestre, que é “Não ponhais a candeia debaixo do alqueire”. Os subtítulos são: Candeia sob o alqueire; Porque fala Jesus por parábolas; Não vades ter com os gentios; Não são os que gozam de saúde que precisam de médico; A coragem da fé; Carregar sua cruz; Quem quiser salvar a vida, perdê-la-á.
A fé é condição necessária para a saúde e evolução. O ser humano precisa e quer ter fé. A verdade, com relação ao que já se consegue alcançar, liberta e deve ser divulgada para possibilitar fé raciocinada, com fundamentos, e não fé cega, que pode levar ao fanatismo, decepções e consequente perda da fé, pois sem a luz da razão, desfalece a fé. No Cristianismo encontram-se todas as verdades e, hoje, o Espiritismo projeta luz sobre uma imensidade de pontos obscuros. A resistência do incrédulo, muitas vezes, provém da maneira como lhe apresentam as coisas. A fé necessita de uma base, que é o entendimento perfeito daquilo em que se deve crer. É essa a fé que deve ser pregada. Aqueles que tiverem receio de se confessarem discípulos da verdade não são dignos de se verem admitidos no reino da verdade. Perderão as vantagens da fé que alimentem, porque se trata de uma fé egoísta que eles guardam para si. Seja mais forte a fé de cada um do que os sofismas e as zombarias dos incrédulos, visto que a fé que não afronta o ridículo dos homens não é fé verdadeira. Esta é empolgante e contagiosa; comunica-se aos que não na tinham, ou, mesmo, não desejariam tê-la.
Respeitar consciências, sem querer impor crença. Mas, convém aproveitar oportunidades de socializar a verdadeira fé cristã, superando medo e acomodação, sem omitir-se ou acovardar-se perante contrariedades e troças. Em todos os casos, ser brando, ativo, altivo e conveniente, demonstrando a coragem da fé.    
Fonte: Texto de Mario Luiz de Farias – Professor do IFSUL, articulista e palestrante espírita. 


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