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Eliezer Rutz Antenas

PL que institui o Dia da Policial Militar no Estado é aprovado na CCJ

Por unanimidade, os deputados que compõem a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa aprovaram, nesta terça-feira (14), o parecer favorável do Projeto de Lei 180/2015, que institui o Dia da Policial Militar no Rio Grande do Sul. Pela proposição, de autoria do deputado estadual Gilmar Sossella (PDT), a data será comemorada anualmente em 18 de junho.
“Sugerimos o dia em homenagem à policial Olmira Leal de Oliveira, a Cabo Toco, que foi a primeira mulher gaúcha a ostentar a farda da Brigada Militar. E, por meio dela, queremos estender o reconhecimento a todas, para celebrar o árduo trabalho de todas as mulheres que são policiais militares”, justificou Sossella.

A Cabo Toco nasceu em Caçapava do Sul, em 18 de junho de 1902. Foi recrutada aos 21 anos para servir como enfermeira durante o movimento armado de 1923, quando Borges de Medeiros lutava pela legitimidade de sua reeleição ao governo do Estado. Ela lutou ainda, nos movimentos revolucionários seguintes (1924 e 1926).
Olmira ficou conhecida como Cabo Toco graças à sua participação nas tropas da Brigada Militar durante a Revolução Federalista, enfrentando ninguém menos que o general Zeca Neto. Na década de 20, integrou as fileiras da Brigada Militar como combatente e enfermeira do 1º Regimento de Cavalaria, hoje 1º Regimento de Polícia Montada, sediado em Santa Maria.
Participou ainda dos movimentos revolucionários de 1923, 1924 e 1926. Incorporou em 1923 e só deixou a Brigada em 1932. Ela também é patrona da primeira turma de Policiais Militares Femininas do Estado.
HISTÓRIA – O ingresso das mulheres na Brigada Militar ocorreu em 1985, inicialmente, para atuar junto ao público feminino, idosos e crianças, assumindo, de imediato, o policiamento na rodoviária, aeroporto, escolas e atividades de trânsito.
As policiais eram empregadas, também, em shows e eventos esportivos, em apoio a outras unidades operacionais, trabalhando na revista. Mais tarde, passaram a atuar junto ao Centro de Operações Policiais Militares, estabelecimentos penais, tornando-se uma constante, também, em todo o interior do Estado.
Mas foi em 1993 que se registrou uma mudança significativa no rumo da história da Polícia Militar Feminina, quando as suas duas companhias foram incorporadas ao 1º e 9º Batalhões de Polícia Militar. A partir daí, homens e mulheres passaram a desempenhar as mesmas funções, indistintamente.
“São mulheres que, na maioria das vezes, se desdobram em filhas, mães, esposas e profissionais de segurança pública. São profissionais que, com dedicação, bravura e esmero, realizam as missões que lhes são designadas com satisfação”, destacou Sossella.
O Projeto de Lei, que teve como relator na CCJ o deputado Elton Weber (PSB), agora segue para a votação em plenário. 

Crédito da foto: Guerreiro/Agência ALRS

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