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Em Reunião direção do HCC sugere pedido para empresários

A Diretoria do Hospital de Caridade de Canguçu (HCC) esteve reunida com lideranças do município nesta sexta-feira (29) para mais um capítulo da novela fecha não fecha hospital. Até o dia 15 de Outubro a entidade precisa de recursos ou não poderá manter o atendimento. Neste encontro foram apresentadas novas alternativas para tentar evitar que o atendimento pare por falta de dinheiro.
A ideia do grupo de apoio do hospital é que empresários do município façam doações entre R$ 500,00 e R$ 1.000,00 e que pessoas físicas doem 0,5 a 1% de seu salário, além de destinar imposto de renda devido para a instituição.

Fotos: Geraldo Dannenberg 

O gestor Mário Fonseca relatou, em entrevista para o repórter Geraldo Dannenberg da Rádio Cultura AM que foram enviados 70 convites para empresários e poucos compareceram. Desolado, ele disse que está perdendo as esperanças. Mário alega que os pedidos de socorro do hospital não são em vão já que todos irão perder com o fechamento, até o próprio comércio. Serão 177 funcionários demitidos sem receber salários e direitos trabalhistas perdendo poder de compra.


Outro entrevistado foi o Diretor Clínico do Hospital, Dr. Ernesto Arndt Neto, e disse que com a falta de medicação e condições básicas de atendimento os médicos devem paralisar. Segundo ele o Estado não atende as prerrogativas mínimas de auxílio financeiro. "Quando falo dos médicos pararem é um grupo que irá parar pelo SUS, e não pelo Pronto Socorro que está aberto graças a Prefeitura Municipal", disse. "Não adianta eu deitar alguém aqui e ele morrer numa cama", completou.
O médico entende que a comunidade e o poder público precisam auxiliar neste momento. 

CPI
No dia 03 de Outubro a CPI do Hospital de Caridade de Canguçu, realizada pela Câmara Municipal de Vereadores, estará ouvindo o gestor do hospital, Mário Fonseca, sobre estes e outros temas. A CPI pretende, a partir de agora, intensificar ainda mais a atuação. No último depoimento realizado, dia 27 de setembro com o ex-gestor Hermes Rockembach, foram levantados casos de interferência política no comando da casa. Ele alegou ter sido demitido por perseguição, agir contrário a estas idéias e também por não ter o mesmo perfil de credo religioso de alguns diretores. Disse também ter recebido ameaças de morte quando tentou realizar mudanças. Destacou ainda que o aumento de gastos no período de intervenção prejudicou muito a situação financeira atual do HCC.
Em resposta as declarações de Rockembach o diretor e ex-prefeito Cássio Mota alegou que o único motivo da demissão do então gestor foi o de não cumprir com os deveres no trabalho desgastando assim a relação entre as partes e refutou todas as demais acusações. 
Foto: Augusto Pinz

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