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Eliezer Rutz Antenas

Polícia indicia 21 pessoas envolvidas na Operação Castelo

A Polícia Civil concluiu o inquérito que investiga uma quadrilha especializada em abigeato que atuava na Região Sul e comercializava as carnes oriundas do crime em restaurantes e bares de Pelotas. O esquema criminoso foi desarticulado pela polícia na semana passada durante a Operação Castelo. Ao total, 21 pessoas foram indiciadas pelo titular da Força-tarefa de Combate ao Abigeato, Adriano Linhares, por crimes contra ordem tributária, organização criminosa, receptação, receptação de animal, furto, porte ilegal de arma, corrupção de menores e violação de sigilo funcional.

Investigações de aproximadamente um ano da equipe da Força-Tarefa de Combate ao Abigeato com apoio da 18ª Delegacia de Polícia Regional, Especializada em Furtos, Roubos, Entorpecentes e Captura (Defrec) de Pelotas e Bagé, revelaram que a quadrilha é considerada uma das maiores e mais bem estruturadas organizações criminosas de abigeato na forma de carneada do Estado. O grupo organizado e hierarquizado possuía funções que iam de líder do esquema, carneadores a receptadores.
Durante a Operação Castelo, 16 pessoas foram presas e seguem reclusas no sistema penitenciário. Outros investigados estão foragidos.

Líderes
Giovanni Fickel: organização criminosa, porte ilegal de arma de uso permitido, corrupção de menores, furto, receptação, crimes contra ordem tributária e receptação de animal.

Kátia Rosângela Caldas Ramos: crimes contra ordem tributária, corrupção de menores, receptação de animal e organização criminosa.

Receptadores
Carolina Fonseca Gonçalo (Doçuras de Pelotas): crimes contra ordem tributária, receptação de animal, corrupção de menores e organização criminosa.

Paulo Giovanne Vasconcelos Moscarelo (lancheria Tomate Lanches, no Fragata): crimes contra ordem tributária, receptação de animal e organização criminosa.
Marta Pedroso da Silva (proprietária do açougue ZM, no Fragata): crimes contra ordem tributária, receptação de animal e organização criminosa.
Zairo Milton Garcia (proprietário do açougue ZM, no Fragata): crimes contra ordem tributária, receptação de animal e organização criminosa.
Maikon Kohn Einhardt (comercializava a carne de forma independente): crimes contra ordem tributária e organização criminosa.
Vagner Moreira Fabra (comercializavam a carne de forma independente): crimes contra ordem tributária e organização criminosa.

Carneadores (os responsáveis por ir a campo realizar o "trabalho" criminoso)
Paulo Roberto Vieira (Tatu), Thiago Vieira Cardoso, Cleiton Teixeira Wotter, Cláudio Luiz Campos Dias, Darci Vaera Duarte, Igor Luis Vasconcellos e Cristiano Colvara Siqueira: crimes contra ordem tributária e organização criminosa. Cláudio Luiz Campos Dias foi indiciado também por furto, porte ilegal de arma de fogo e receptação e receptação de animal.

►Natalia Noble Ianzer (servidora da Guarda Municipal encarregada de avisar o grupo das ações da GM e da Brigada Militar. Ela também possuía a função de cobradora): crimes contra ordem tributária, violação de sigilo funcional e organização criminosa.
►Cláudio Fonseca (advogado responsável por conseguir clientes e realizar as negociações do grupo): crimes contra ordem tributária, receptação de animal e organização criminosa. (Diário Popular)

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