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CREHNOR CANGUÇU/RS

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Laureano Advocacia

Eliezer Rutz Antenas

A violência presente no campo

Os números são alarmantes. De acordo com os dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública, podemos constatar que os residentes rurais do nosso Estado são vítimas frequentes de bandidos e organizações criminosas que levam pavor ao campo. 
Somente no ano passado, o crime de abigeato cresceu 13,4% no Rio Grande do Sul. No segundo semestre, embora os números sejam superiores aos registrados em 2015, houve uma significativa queda em relação aos seis primeiros meses do ano, resultado do trabalho da força-tarefa de combate ao furto de animais, que veio ao encontro da Lei 13.330/16 do abigeato, sancionada em agosto de 2016.
Apesar do esforço, as medidas não têm sido suficientes para coibir esse tipo de delito nas áreas rurais. Desprotegidos, nossos produtores sentem-se desestimulados a seguir com suas atividades agropecuárias, principal fonte de renda em 71 municípios gaúchos. 
Na contramão da crise e a despeito de todas as dificuldades impostas pela natureza ou deliberadas pela criminalidade, o setores agrícola e pecuário continuam fazendo sua parte no desenvolvimento da economia, sendo responsável por 40% do PIB do RS. 
As famílias rurais, principais atingidas por essa onda de violência no interior, são as maiores provedoras dos recursos econômicos oriundos do campo. A agropecuária gaúcha, por sua vez, é detentora do sexto maior rebanho de bovinos, do segundo maior rebanho de equinos e do maior rebanho de ovinos do território nacional.
A consolidação da força desse importante setor requer dedicação exclusiva dos produtores e trabalhadores rurais, os quais investem tempo e dinheiro para colocar na mesa dos brasileiros produtos de qualidade, vindos diretamente do campo.  Por toda a colaboração que prestam o simplesmente por serem cidadãos, os residentes rurais merecem mais respeito e segurança.

Afonso Hamm - deputado federal


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