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Eliezer Rutz Antenas

Reuniões garantem recurso para o Hospital

Depois de duas reuniões na Secretaria Estadual de Saúde, realizadas terça e quarta-feira, para discutir a situação do Hospital de Caridade de Canguçu, foram estabelecidos alguns compromissos entre Hospital - Prefeitura - Estado. Veja o que o prefeito Vinícius Pegoraro publicou em seu facebook sobre o tema:


Este trabalho conjunto realizado com ação direta do prefeito Vinicius Pegoraro, do deputado estadual, Dep Pedro Pereira, do coordenador regional de saúde, Gabriel Andina e do secretário estadual de saúde, João Gabbardo, além da participação do secretário estadual, Fabio Branco permitiram a adoção de algumas ações de apoio:
- O Governo do Estado do Rio Grande do Sul pagará nos próximos três meses o contrato integral com o Hospital de Caridade de Canguçu, no valor de R$ 816.000,00. Não haverá neste período os descontos por falta de produção, descontando somente os empréstimos contraídos anteriormente. Ficando a instituição responsável por adequar o contrato a sua real capacidade de atendimento;
- O Governo do Estado do Rio Grande do Sul irá pagar o valor aproximado de R$ 168.000,00 referente ao incentivos do mês de janeiro, período em que o HCC estava sem contrato.
- O Governo do Estado do Rio Grande do Sul irá pagar algumas dívidas que possui com a Prefeitura Municipal de Canguçu. Assim a prefeitura irá repassar mais R$ 346.000,00 ao Hospital de Caridade de Canguçu.
Estas medidas visam auxiliar a instituição hospitalar no seu processo de reestruturação e devem se concretizar nos próximos dias, após os trâmites legais necessários.

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1 comentários:

Danilo campos disse...

Porque estas ações só foram realizadas depois da nossa saída da Diretoria e da saída do Regis da administração? Realmente estávamos atrapalhando? O que conseguiram, se ouvirem alguma declaração do Règis, era o que ele pedia. E diferente de agora ele Tinha o nosso apôio, o que este grupo que agora comanda o Hospital não tem. Não estaríamos paralisados, sem perspectivas, já que os novos comandantes parecem achar que o hospital independe de nós. Só sabem dizer que temos de dar trégua de mais 60 ou 90 Dias e trabalhar sem receber. Nenhuma proposta concreta. Nós não queríamos ver o Hospital assim. Afinal, é a minha casa, por quem me dei por quatro anos, da minha Presidência de 83 a 87. Mas o desrespeito com que eu e meus colegas médicos da diretoria fomos tratados, calou fundo. Hoje sou apenas um membro do Corpo Clínico, e vou lutar por minha classe.
Dr. Danilo Campos