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Médicos do Hospital de Caridade de Canguçu devem paralisar serviços nesta quinta-feira

Os médicos do Hospital de Caridade de Canguçu devem paralisar os serviços nesta quinta-feira (9). É quando termina o prazo de 30 dias dado pelos profissionais à direção do hospital. Os profissionais enfrentam falta de pagamento de remunerações e de melhores condições de trabalho. Apenas urgências e emergências serão atendidas. Um ato está marcado para às 9h, em frente à instituição de saúde.

No dia 25 de fevereiro, quatro cirurgiões paralisaram as atividades e no dia 2 de março, os dez médicos plantonistas que atuam na instituição também tomaram a mesma medida. Os profissionais enviaram ofício à direção lamentando o descaso da instituição com relação ao atraso nas remunerações e com a falta de medicamentos e equipamentos. Os médicos ressaltam que a falta de condições coloca em risco o exército digno da Medicina e, em especial, a saúde dá população.  

O Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (SIMERS) reforça que a situação chegou a um patamar intolerável do que diz respeito ao descaso com a saúde. A entidade pede a compreensão da população de Canguçu nesse momento tão difícil e recomenda que o hospital seja procurado apenas nos casos de urgência e emergência.

Risco de colapso

A crise no hospital de Canguçu se estende há mais de 90 dias quando os demais funcionários iniciaram paralisações no atendimento. Há risco até de fechamento do hospital, referência na região. No início de fevereiro, o SIMERS fez um alerta de que o quadro de saúde do município poderá entrar em colapso. O Sindicato denunciou o descaso da Prefeitura com a situação do hospital, que enfrenta greve de funcionários e está com a UTI fechada desde agosto passado.

Em reunião com o prefeito Marcus Vinícius Pegoraro, a diretora do SIMERS, Gisele Lobato, reafirmou a importância de que o valor repassado pela Prefeitura à instituição seja reajustado. Atualmente, o montante é de R$ 238 mil mensais. O mínimo necessário para a cobertura dos serviços médicos é R$ 370 mil.

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