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Eliezer Rutz Antenas

Liga Espírita Pelotense - Artigo Lei de destruição

As coisas da Natureza são dinâmicas. O que é imortal, como o Espírito, progride sempre. O que é material e as criações humanas, como as leis, desaparecem numa apresentação, ou sofrem a destruição, para ressurgirem de maneira diferente. Isso acontece com finalidade útil, como está no capítulo VI da terceira parte de O livro dos espíritos, que está resumido a seguir.
Os seres vivos, instrumentos para Deus chegar aos seus objetivos, possuem o instinto de destruição, que tem um fim providencial, pois pela destruição recíproca dos seres, sem prejuízo do princípio inteligente, ocorre o equilíbrio na reprodução e a utilização do invólucro exterior para a alimentação. Não deve ocorrer destruição abusiva e sim a necessária, que é aquela que ocorre para satisfação das necessidades. O homem tem o direito de destruição sobre os animais para prover ao seu sustento e à sua segurança.
Deus se serve dos flagelos destruidores para que a humanidade progrida mais depressa, embora seja dado ao homem evitá-los ou preveni-los. Felizmente, já temos feito muito e faremos mais em medidas preventivas. Contudo, entre os males que afligem a humanidade, alguns há com relação aos quais o homem ainda não tem o que fazer e deve resignar-se, submetendo-se à vontade divina. 
A guerra, resultado do transbordamento das paixões humanas, ainda se faz necessária, visando a Providência à liberdade e ao progresso. Mas, um dia desaparecerá da face da Terra.
Assassínio, crueldade, duelo e pena de morte são crimes, pois o homem que tira a vida de alguém corta o fio de uma existência de expiação e de provas, ou de missão. Somente a necessidade ou a legítima defesa escusa a caça e o assassínio.     
O que chamamos destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos. Assim, o que é a lei natural de transformação é ao que nos referimos como sendo lei de destruição.  
Fonte: Texto de Mario Luiz de Farias – Professor do IFSUL, articulista e palestrante espírita.

O que chamamos destruição, nem sempre o é; não passa de uma forma de regeneração, de uma transformação, pois vivemos em um Universo em que “nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.  Nilton Carvalho


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