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Eliezer Rutz Antenas

Souza Cruz compra empresa e lidera ramo do Tabaco

2017 começou com pé no acelerador das fusões e aquisições internacionais. Um dia depois do comunicado da fusão entre duas empresas europeias do segmento ótico, a italiana Luxxotica e a francesa Essilor, a British American Tobacco (BAT) anunciou que vai comprar os restantes 57,8% da rival Reynolds American, com sede nos Estados Unidos, que ainda não estavam em seu poder, por US$ 49,4 bilhões. O objetivo é se tornar líder nos EUA e no mercado de cigarros eletrônicos.

A BAT é a controladora da Souza Cruz no Brasil e dona de marcas tradicionais como Lucky Strike, e a Reynolds tem marcas icônicas em seu portfólio, como a Camel. O anúncio do negócio foi assinado pelo atual presidente mundial da BAT, o brasileiro Nicandro Durante, nascido em Goiás, filho de uma família italiana. Ele passou a trabalhar na holding com a compra da Souza Cruz pela British American, em 1981.

Como a Reynolds não tem operações no Brasil atualmente, não deve haver impacto direto da aquisição na produção nacional, muito concentrada na Região Sul e, especialmente, no Vale do Rio Pardo, no Rio Grande do Sul. Como assim não tem operação no Brasil se aqui existe a marca Camel? Porque nessas complexas negociações fumageiras, no país o nome pertence à JTI (Japan Tobacco Inc.) que em 1999 comprou as operações da Reynolds fora dos Estados Unidos.

O negócio cria a maior empresa de tabaco do mundo. Em outubro do ano passado, a Reynolds havia rejeitado a primeira oferta de compra. Agora, a BAT aumentou sua oferta em mais de US$ 2 bilhões. Conforme o comunicado, um dos motivadores do negócio é o acesso direto ao mercado americano para a British American. A Reynolds é a número dois em vendas de cigarros nos EUA, com 34% de participação e três das quatro marcas mais vendidas. A BAT tem presença significativa em países emergentes na América do Sul, África, Oriente Médio e Ásia, que representarão 60% do volume das duas empresas reunidas. (Zero Hora)

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