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Eliezer Rutz Antenas

Doença da Folha Verde do Tabaco pauta revista científica

O artigo Avaliação da vestimenta padrão utilizada durante a colheita das folhas de tabaco e implicações na prevenção da Green Tobacco Sickness (GTS) foi publicado na edição de dezembro de 2016 da Revista Brasileira de Medicina do Trabalho (RBMT), conferindo um grau de confiança ainda maior à vestimenta recomendada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) junto com suas empresas associadas.

"Em alguns fóruns, especialmente antitabagistas, temos ouvido que a nossa vestimenta não protege o produtor contra a Doença da Folha Verde do Tabaco. A publicação do artigo em uma revista deste porte desmantela qualquer tipo de argumento nesse sentido, pois referencia todos os testes e parâmetros seguidos com total concordância aos mais elevados critérios científicos internacionais", avalia o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke. 

Segundo o executivo, a aceitação dos produtores foi rápida, mas ainda existem algumas resistências quanto ao uso da vestimenta. "Continuamos promovendo campanhas de conscientização e contando com a orientação dos técnicos envolvidos e a disponibilização do material a preço de compra, uma vez que alguns produtores ainda resistem à utilização da vestimenta", diz Schünke. 

A Doença da Folha Verde do Tabaco foi descoberta recentemente e o Brasil foi pioneiro no desenvolvimento de uma vestimenta de colheita adequada para evitar a intoxicação. A vestimenta de colheita que os produtores recebem a preço de compra das empresas começou a ser desenvolvida em 2009, quando o SindiTabaco contratou um consultoria especializada  para pesquisa, desenvolvimento e descrição das especificações técnicas da vestimenta. Entre 2010 e 2011, uma segunda consultoria avaliou a eficácia da vestimenta, sua segurança operacional e o grau de proteção à Doença da Folha Verde do Tabaco. O estudo comprovou cientificamente que a vestimenta de colheita assegura uma diminuição de 98% da exposição dérmica, sendo considerada altamente eficiente no controle do problema. Além disso, a vestimenta foi desenvolvida prevendo um maior conforto térmico aos trabalhadores.

ENTENDA - Durante a colheita, se não for utilizada a vestimenta adequada, a nicotina da planta, em contato com a pele, pode causar mal-estar nos produtores, principalmente se as folhas do tabaco estiverem umedecidas por chuva ou orvalho. A exposição à nicotina acontece no contato da pele com a resina (goma) das folhas de tabaco durante a colheita, no desponte, no recolhimento da lavoura e no carregamento das estufas e dos galpões de cura. Absorvida pela pele, a nicotina é transportada até os vasos sanguíneos. Sua absorção é maior com o aumento da área exposta e com a presença de lesões na pele. Pequenas atitudes, como utilizar a vestimenta e luvas específicas, evitar colher quando as folhas estiverem molhadas e preferir os horários menos quentes do dia, possibilitam ao produtor um trabalho seguro.

[O mundo do Dr. Niko Tino] Presença garantida nos seminários do Ciclo de Conscientização para saúde e segurança do produtor e proteção da criança e do adolescente, o Dr. Niko Tino (Cristiano Pereira) apresenta seu mundo científico, abordando temas como uso de agrotóxicos e Doença da Folha Verde do Tabaco de forma irreverente.



SOBRE O SETOR DE TABACO - O Brasil é o 2º maior produtor e o 1º no ranking mundial de exportações de tabaco em folha desde 1993. A tradição da produção de tabaco se construiu graças à alta rentabilidade em pequenas áreas. Na safra 2015/16, mais de 144 mil produtores de 574 municípios da Região Sul do Brasil produziram 539 mil toneladas. A receita gerada aos produtores superou os R$ 5,2 bilhões. Em 2016 foram embarcadas 481 mil toneladas do produto, gerando divisas de US$ 2,09 bilhões. Acesse os infográficos e estatísticas

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