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Eliezer Rutz Antenas

Confira como o pacote de Sartori muda os órgãos da administração

Medidas incluem fusão de secretarias, extinção de fundações e privatização de empresas públicas sem plebiscito

O governador José Ivo Sartori e a equipe anunciaram, nesta segunda-feira, o pacote de medidas para combater a crise financeira do Rio Grande do Sul. Segundo a Secretaria da Fazenda, a estimativa de ganho real dos projetos é de R$ 6,7 bilhões em quatro anos, com um ganho no fluxo financeiro de R$ 2,6 bilhões.

Entre as medidas divulgadas, estão a diminuição do número de secretarias, de 20 para 17. Com isso, seis pastas serão fundidas em três: a Secretaria Geral de Governo se funde com a de Planejamento; a de Justiça e Direitos Humanos se funde com a do Trabalho e Desenvolvimento Social, e a de Cultura à de Turismo, Esporte e Lazer.

Serão extintas, ainda, nove fundações: Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec), Fundação Cultural Piratini (FCP-TVE), Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), Fundação de Economia e Estatística (FEE), Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (FEPPS), Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (FIGTF), Fundação de Zoobotânica (FZB) e Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regionalização Administrativa e dos Recursos Humanos (Metroplan).

Entre as autarquias, a Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento vai ser modificada e passa a se chamar Escritório de Desenvolvimento de Projetos (EDP), integrando a estrutura da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão. A Superintendência de Portos e Hidrovias vai ser extinta,

Entra as companhias, a Companhia Rio-grandense de Artes Gráficas (Corag) também deixa de existir. Já a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), a Companhia Rio-grandense de Mineração (CRM), a Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás) e a Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa) serão federalizadas ou privatizadas desde, que, para isso, a Assembleia Legislativa aprove um projeto que retira a obrigatoriedade de plebiscito para que isso ocorra. (Correio do Povo)

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