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Eliezer Rutz Antenas

COP7: As atenções se voltam à Índia

Chegou a hora de ir para a COP7 em defesa do tabaco brasileiro, produto que proporciona trabalho e renda a 576 mil pessoas no campo e gerou US$ 2,15 bilhões em divisas em 2015.


Na segunda semana de novembro, representantes da cadeia produtiva do tabaco estarão com as atenções voltadas às discussões realizadas na cidade de Noida, na Índia. O motivo é a realização da 7ª Conferência das Partes (COP7) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), cujas deliberações têm influência direta na produção de tabaco no Brasil e no mundo. A proximidade do evento traz apreensão, pois os debates das edições anteriores têm sido realizados a portas fechadas e a expectativa é de tratamento semelhante para aos representantes do setor, que irão à Índia, mas possivelmente serão impedidos de se manifestar.

Por isso, durante os últimos meses, as lideranças do setor têm trabalhado intensamente para mostrar aos representantes brasileiros na Convenção a importância social e econômica da cadeia que envolve 615 mil pessoas no ciclo produtivo no meio rural e gera mais de 40 mil empregos nas empresas. Alguns apoios foram conquistados. Além dos prefeitos e deputados federais e estaduais das regiões produtoras, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, saiu em defesa da continuidade da produção no Brasil.

Ao conhecer in loco os processos de cultivo e beneficiamento do tabaco, se disse positivamente surpreso com o que viu, pois a realidade é diferente dos argumentos das correntes antitabagistas. Outra manifestação favorável foi feita pelo ministro chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, que se comprometeu a levar o assunto ao presidente Michel Temer e reunir os ministros envolvidos com o tema para que seja definida uma posição clara sobre a posição brasileira na COP.

Entre os pontos a serem discutidos na Índia, um dos que mais preocupam o setor se refere à interferência da CQCT no comércio internacional de tabaco e em acordos bilaterais, questão levantada na COP6, realizada em 2014, na Rússia. A proposta causou polêmica e os conferencistas decidiram postergar os debates para a COP7.

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