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Eliezer Rutz Antenas

Polícia prende grupo que atuava próximo a DP

Seis pessoas foram pegas pela Polícia Civil de Canguçu  nesta sexta-feira (02). Foram três adultos e três jovens menores. Eles são investigados por associação para o tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo. 
Os policiais da DP de Canguçu chegaram até uma residência, que era alugada perto da Delegacia de Polícia (DP) após denúncias que começaram por som alto até outros delitos.
Com eles foram encontradas drogas (maconha e cocaína), armas, dinheiro e outros objetos como eletrônicos e balança de precisão.

Os três maiores de idade foram encaminhados ao Presídio Estadual de Canguçu. Os menores de idade serão levados à Rio Grande, onde moram os pais. 
Apesar de estarem paralisados por conta de novo parcelamento do governo do estado os profissionais da segurança não deixaram de atuar comandados pela delegada Paula Aline Vieira. 
A surpresa ficou por conta da audácia dos presos que foram indagados se não sabiam que estavam tão próximos a delegacia de polícia do município o que responderam positivamente não demonstrando qualquer restrição.
Foto: Polícia Civil
Os menores são L.F.S.F., B.S.C.B. e B.S.C.B. - os dois últimos irmãos. Entre os adultos estão duas mulheres, K.S.C. e A.P.S., e um homem, L.F.C.. Os maiores foram encaminhados ao Presídio Estadual de Canguçu e os adolescentes apresentados à Promotoria de Justiça Social.

Investigação
Durante o trabalho de investigação os policiais identificaram que parte do grupo teve participação no sequestro de um professor da Universidade Federal do Rio Grande (Furg), em 2015. O crime aconteceu em agosto. O docente foi colocado no porta-malas do carro que dirigia e mantido em cativeiro por cerca de seis horas, com olhos vendados e mãos amarradas. Os suspeitos roubaram o veículo para cometer um homicídio. A vítima foi Arnaldo Nunes, de 23 anos, morto a tiros na Barra.

O professor universitário foi liberado no bairro Getúlio Vargas após os policiais estourarem o cativeiro. Após intensa troca de tiros, os suspeitos foram detidos. Um menor acabou baleado na perna. Em depoimento à polícia, a vítima do sequestro contou que o grupo agia por vingança contra o homem que acabou assassinado.

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