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Eliezer Rutz Antenas

Tabaco:revisão do acesso ao PRONAF será avaliada em reunião do CMN

O acesso dos fumicultores ao PRONAF que ficou comprometido quase que em sua totalidade desde a publicação em maio da resolução 4483 do Banco Central. Hoje, 22, em reunião no Ministério da Agricultura, ficou acertado que a pasta encaminhará a revisão da medida na próxima reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN), agendada para o próximo dia 30, e que deve revisar ainda pontos do Plano Safra. 

Representantes do setor apresentaram ao novo secretário de Agricultura Familiar, José Roseno, que a ampliação da diversificação da produção seria impraticável com o novo teto previsto para 30% no ano safra 2016/17, 40% para 2017/18 e 50% para 2018/19.
O deputado federal Alceu Moreira (PMDB/RS), que batalhou para reverter medida semelhante em outros anos, lembrou que os percentuais exigidos não podem ser alcançados porque o tabaco é a cultura de maior lucratividade, sendo as demais de subsistência. Ele destacou que há uma coerção com o produtor, dizendo o que tem ou não que fazer. 

"Se não plantar fumo no Brasil, outros países plantarão. O consumo de cigarro é maior nos países com alto poder aquisitivo e não nos que produzem tabaco", completou o deputado, que propôs audiência realizada há poucos dias para garantir a participação do setor na comitiva que será enviada pelo governo para COP 7, em novembro, na Índia.
SETOR
O setor do tabaco emprega 160 mil produtores, 800 mil envolvidos no meio rural e 30 mil funcionários na indústria. Em receitas gera R$ 5,6 bilhões para os produtores, R$ 12,5 bilhões em impostos arrecadados e US$ 2,15 bilhões em divisas. No ranking mundial de produção, o Brasil fica atrás apenas da China. Enquanto no ranking de exportações é líder mundial. Na região Sul, 640 municípios cultivam o tabaco, o que no caso do RS ainda representa quase 10% das exportações.
CONTRABANDO
O prejuízo anual aos cofres brasileiros com o contrabando de cigarros é de mais de R$ 6 bilhões, o que significa 1/3 do produto consumido. Para debater medidas contra a entrada de produtos contrabandeados, a Câmara realiza audiência pública no dia 12 de julho, às 14h, em Brasília. Proposto também por Alceu Moreira, o encontro contará com a presença de representantes do governo e do setor do tabaco, como Abifumo, Sinditabaco, Afubra, e do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteira.

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