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Eliezer Rutz Antenas

Piratini:Condutores relatam casos de apedrejamento

Ato de vandalismo preocupa condutores de carros particulares e do transporte coletivo que trafegam pela ERS-702, principal via de acesso a Piratini. Há relatos de apedrejamento contra os veículos. Além do dano material, como vidros trincados e lataria avariada, a ação tem poder de colocar em risco a vida das pessoas.

O advogado Gilvan Quevedo, que mora em Pelotas mas possui familiares que residem em Piratini, foi um dos que ficaram no prejuízo. No domingo (12) seu carro foi atingido. Ele retornava para Pelotas com a família, esposa e dois filhos, de 11 e 13 anos, quando por volta das 17h - ele estima em cerca de 20 quilômetros desde a zona urbana do município - ouviu um estouro “muito forte” no lado do carona.

Sem saber de episódios anteriores, pensou que pudesse ser alguma pedra solta na via. Não deu importância. Durante a semana, no entanto, ouviu relatos de casos similares. Domingo passado, ao lavar o carro, teve certeza de que também fora alvo ao se deparar com a avaria provocada pelo apedrejamento: um amassado que quase perfurou a lataria, próximo ao retrovisor do carona, a poucos centímetros do para-brisa. “Não registrei ocorrência porque não moro lá [Piratini], se a pedra tivesse atingido o para-brisa não sei o que poderia acontecer”, disse.

Um dos ônibus da empresa GP Transportes e Turismo também registra caso semelhante. Sexta-feira passada, quando o veículo transitava pela ERS-702, altura do 5º Distrito de Piratini, uma pedra atingiu um vidro lateral, onde estava um passageiro. O motorista trafegou mais uns metros até parar para checar o que havia acontecido. “O vidro lateral já estava esfarelando”, disse Raí Damasceno, funcionário da empresa. Prejuízo, segundo ele, de R$ 1,7 mil. A ocorrência está registrada na Delegacia de Polícia. Esta e mais uma sobre o mesmo caso. Mas, pelas contas de Damasceno, outras sete pessoas, incluindo o advogado Gilvan Quevedo, tiveram seus carros atingidos por pedras na rodovia. Para Raí Damasceno, o ato é de vandalismo. Ele não acredita que seja uma tática para obrigar o condutor a parar e então praticar um assalto: “Sei de um caso que o motorista parou na hora, desceu, verificou, depois entrou no carro normalmente, sem nada ter acontecido, só a pedra”.

Medida
Policiais de Piratini concordam com Damasceno. A BM mesmo não dispõe de registro do fato. O delegado Osmar dos Anjos, que responde pela DP do município, diz que é fato isolado. Mas é exatamente para “evitar coisa mais séria” que ele vai ouvir os envolvidos na tentativa de chegar à autoria. (Diário Popular)

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