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Eliezer Rutz Antenas

Consumo excessivo de sal e hipertensão são realidade no Brasil

Um dos principais fatores de riscos para as doenças cardiovasculares é a hipertensão arterial. No Brasil, as pesquisas indicam prevalências elevadas situadas na faixa de 20 a 45% da população, sendo o consumo de sal responsável por três em cada dez adultos hipertensos
A recomendação da Organização Mundial da Saúde é para que o consumo diário seja inferior a 5g de sal por dia, ou seja 2 g de sódio (1g de sal tem 0,4g de sódio), porém, a Pesquisa de Orçamento Familiar 2008-2009 mostra que para a população masculina entre 19 a 59 anos, da região sudeste do Brasil, o consumo é de 3,6g de sódio. Para mulheres, na mesma situação, o consumo é de 2,8g.
Para a professora de Nutrição da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Mônica Spinelli, reduzir a ingestão de sódio é uma medida válida para diminuir os índices de hipertensão arterial, porém não é uma atividade de fácil execução uma vez que o sódio chega à dieta sob várias formas.
“Isto pode acontecer por meio do sal de adição, do sal e/ou sódio contido em alimentos industrializados ou por meio dos temperos. O sódio está inclusive presente em muitos alimentos doces como sucos e gelatinas”, comenta.
Ainda segundo a especialista, ações para sensibilização e educação para o consumo da população estão entre as estratégias para reduzir o impacto do consumo excessivo de sal, além de acordos para que as indústrias acelerem seu processo de redução das quantidades de sódio nos alimentos ultra processados.
No Brasil, estima-se que a redução do consumo de sal para 5 gramas/dia levaria à diminuição na pressão arterial da população e nos óbitos por acidente vascular cerebral e por infarto. 


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