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Eliezer Rutz Antenas

Jovens e adultos não estão prevenidos contra caxumba

Jovens e adultos estão mais vulneráveis a contrair caxumba, de acordo com o integrante do Comitê de Infectologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Juarez Cunha. Entre os 65 casos registrados até o início do mês de abril, em Porto Alegre, 95% ocorreram com pessoas entre 16 e 20 anos. O motivo, de acordo com Cunha, é de que a vacina contra a doença só foi disponibilizada na rede pública no início dos anos 2000.

- Muitos não receberam a aplicação quando criança, conforme prevê o calendário de vacinação. Devido a isto, a maior quantidade de ocorrências atinge este público. No entanto, quem tiver interesse pode procurar um posto para receber a dose. Ela fica disponível para adultos até 49 anos - sugere Cunha.

A quantidade de registros nos primeiros meses de 2016 têm chamado atenção. Porém, Cunha destaca que a doença ocorre de forma contínua.

- Tem havido uma confusão ao utilizar o termo surto para caracterizar as ocorrências de caxumba na cidade. Surto é apenas quando acontecem dois ou três casos no mesmo ambiente, como na situação do Grêmio - explica o infectologista.

Os sintomas da doença são iguais, tanto em crianças quanto em adultos: inchaço da glândula parótida (abaixo do ouvido), dor e febre. O infectologista esclarece ainda que não há tratamento específico para a doença, apenas para os sintomas. No entanto, é preciso ter atenção em casos de evolução da doença, que pode gerar inflamação em outros órgãos e ocasionar a uma possível meningite.

O vírus Paramyxovirus, causador da caxumba, pode ser transmitido pela saliva e via respiratória. Devido a isto, a orientação é de que o paciente não compartilhe objetos de uso comum como chimarrão, copos e talheres. (PlayPress)

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