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Eliezer Rutz Antenas

Insegurança nas proximidades da UFPEL e UCPEL

A insegurança nas proximidades dos Campi das universidades Federal e Católica tem assustado estudantes e moradores da região.

Episódios de assaltos à mão armada, roubos e agressões têm sido cada vez mais frequentes. Quem reside ou estuda por lá reclama, muito, da ausência de policiais militares circulando pelas ruas. "A gente não vê a polícia por aqui. Se houvesse patrulhamento poderia pelo menos minimizar a sensação de insegurança. A gente nunca sabe o que pode acontecer", comenta Marília Moreira, estudante da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), vítima de assalto no mês passado, próximo ao Instituto de Ciências Humanas (ICH). 

Na noite da última segunda-feira (11), por volta das 22h15min, na rua Gomes Carneiro esquina Padre Anchieta, um estudante do curso de Direito da UFPel foi agredido e assaltado por cinco jovens - segundo a Brigada Militar (BM), um deles armado e outro menor de idade - após sair da aula. Um policial militar do 4ºBatalhão de Polícia Militar (BPM) - colega da vítima - também saía da universidade quando presenciou o fato. Ao perceber que um dos assaltantes portava uma arma, o PM efetuou dois disparos. Ninguém ficou ferido. 

Conforme a BM, guarnição do Policiamento Comunitário foi acionada e acabou detendo dois suspeitos. Um deles foi encaminhado ao Presídio Regional de Pelotas (PRP) e o outro, por ser menor de idade, liberado em seguida. Ainda de acordo com a BM, o adolescente já tinha passagens pela polícia por roubo. O restante do grupo conseguiu fugir com os pertences da vítima.

Há uma semana no cargo como novo comandante do 4º BPM, o major Eduardo Perachi garante que ações para diminuir a criminalidade têm sido realizadas. Embora já exista parceria entre a BM, UFPel e UCPel, Perachi pretende se reunir com os reitores da universidades para definir estratégias afim de garantir segurança aos alunos, funcionários e professores. "A Brigada Militar tem realizado operações para coibir a violência. Desde o início do ano, mais de 300 pessoas foram presas pelos nossos policiais", disse. (Diário Popular).

Em março o site Canguçu em Foco apresentou o vídeo de uma jovem reclamando da falta de segurança em Pelotas. Veja aqui

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